domingo, 9 de abril de 2017
Venho aqui com a tentativa de verbalizar sentimentos dos quais são indescritíveis e, exatamente por isso, temo não conseguir. Queria pra ti escrever uma poesia, mas uma poesia não posso fazer, pois me sufocaria tantas regras, se da forma mais simplória não consigo, imaginas então da forma de uma poeta. Por isso, então, prefiro ser poeta porém não nas palavras mas do coração. Com os mais belos abraços e beijos te dar as rimas do amor. Aquecer teu coração, tua alma. Te fazer sentir o quanto que estarei aqui para ti. E desde já, te suplico, não chores mais, descobri o quanto teu pranto me aflige o pobre coração. Apenas lágrimas de alegria para lavarmos nossas almas. E encarecidamente te peço para que nunca se feches contra mim. Pois quando o fizeste, apesar de visivelmente estar constante, por dentro meu coração latejava e violentamente batia contra meu peito, logo vi o quanto tu és importante para mim. Não duvides por um segundo sequer do quanto tudo isso está sendo demasiadamente intenso e lindo. Tem um sentimento avassalador tomando conta de mim, que desde já não consigo controlar, e nem quero, pois o que mais me encanta é aquilo que está fora do controle, vai além do descrever que um humano possa fazer de tão imensurável, sublime. E já no fim desse meu externar de sentimentos, te peço desculpas, como temia, não consegui verbalizar o tanto quanto gostaria. Mas te digo, isso não será necessário, não te aflijas, a ponto que, já tens meu coração, e sabes disso. Coisa da qual nenhum o Vinicius de Morais ou algum Camões com suas mais belas poesias conseguiriam descrever. Só quero fazer-te sentir, passar tudo para ti o que guardo dentro de mim. Sem mais verbos, orações ou coisa parecida, aqui termino esse amontoado de palavras, pois do que é nosso, a gente é quem sabe. E nada mais importa.
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