"Engoli o fel e o fumo em brasa.
Comi a fumaça da cigarrilha em chamas. Observei-me diante do espelho, febril e suave (ao longe, tambores bem tocados, sedimentados e fundamentados, anunciam o anoitecer). É na alta madrugada em mim que nasce a mulher do íntimo do meu ser que gira e nunca para. Inebriada roda fora e dentro do eixo no silêncio devastador. E crava em meu peito o punhal do amor.
Ah, cigana! Me enlaça em tuas tranças negras… Lê meu destino e me diz de uma vez, quem és tu
e quem sou eu…"
Nenhum comentário:
Postar um comentário